17 jan 2012

Manifestação “Crueldade Nunca Mais!”

Cris

No dia 22, próximo domingo, vai haver uma manifestação conjunta em várias cidades, do Brasil e do mundo!, cuja reivindicação é por leis mais rígidas no que tange ao mau trato aos animais.

Temos visto barbaridades se repetindo mundo afora contra seres que não têm como se defender e precisam de nossa voz e nossa ação para ajudá-los. Acessem a página do movimento e a lista de cidades onde haverá a manifestação. Participe e ajude a tornar o mundo um pouco mais justo para nossos bichinhos.


30 nov 2010

Momento fofurinha do dia

Cris

Eu sei, eu sei… eu disse que tudo estava voltando ao normal. Mas eu menti. Só que foi sem querer… rsrsrs Fiz a primeira fase do concurso e, antes do que eu esperava, saiu a convocação para a segunda fase. A notícia boa é que eu passei para a segunda fase. A ruim é que estou uma pilha de nervos e preciso preparar três aulas para apresentar uma delas (escolhida por sorteio) no próximo sábado, diante de uma banca!! Dá pra imaginar como estou? Nem tentem… rsrsrs Pelo menos, no próximo sábado, a agonia acaba. Apresento minha aula, entrego os meus títulos para análise, e aí é só esperar por até trinta dias pelo resultado. E posso falar uma coisa?? Estou MUITO confiante!!!

Quando eu voltar, tenho um monte de coisas para mostrar!! A Família Gatos está a todo vapor, os projetos pré concurso serão retomados, e vou procurar por novidades para o Ano Novo que se aproxima. Para um pequeno alento aos nossos corações, uma imagem fofurinha. Beijos e torçam por mim!!!

Se eles conseguem, nós também podemos conseguir...

 


24 jul 2010

Alerta sobre PKD em Persas

Cris

O post de hoje é uma contribuição da Renata Porto (correioeletronico.renata@gmail.com). Esse mesmo texto foi publicado no site da Lu, o Cadê o Atum?, e a Renata me pediu que o publicasse aqui também. A Doença do Rim Policístico (PKD em inglês), que ataca gatos da raça Persa, precisa ser mais divulgada e diagnosticada.

Meu primeiro gato foi o Tobias, um SRD (sem raça definida) que encontrei em uma avicultura, dentro de uma gaiola, desesperado, chorando muito. Ao vê-lo foi amor a primeira vista e o levei imediatamente para casa. Após três meses percebi que seria bom para o Tobias ter um amigo, já que ele passava muito tempo sozinho em casa, ele precisava de alguém da mesma espécie para compartilhar seu dia a dia, aprender e brincar.

O viralatinha Tobias


Certo dia, ao entrar num Pet vi um anúncio: “vendo lindos gatos persas”. Sabendo da docilidade dos persas fui ao local conhecer a ninhada e me encantei com aquele gatinho, reservado, observador e de bigodes cortados!!

Foi assim que comprei meu segundo gato, Batatinha.

O Tobias (SRD), muito ciumento,  demorou alguns dias para aceitá-lo. Mas, o Batatinha nunca reagiu as agressões de disputa de território do Tobias. Acho que se existe anjos, ele é um. Hoje estou com três gatos e nunca conheci um gato como o Batatinha. Ele é carinhoso ao extremo, amoroso, sensível, delicado, pacífico e doce.

Quando um de seus irmãos adoece, ele fica o tempo todo junto, cuidando, sofrendo, acolhendo. Se fico deprimida ele cuida de mim, com seus carinhos, e seus ronrons. E se choro, ele chora junto com seu miado triste e acolhedor. Ele é muito solidário na dor. E é um gato que retribui tudo, com muito amor.

O anjo Batatinha

Com passar dos meses percebi que a companhia do Batatinha era muito boa, realmente, para o Tobias, mas o Tobias sempre foi muito independente e caçador deixando o Batatinha muito tempo só.

Preocupada, dessa vez, com o Batatinha entendi que ele precisava de um amigo da mesma espécie e raça. Um amigo que tivesse o mesmo padrão comportamental, então teria que ser outro persa. E assim surgiu o Miguel, um persa silver.

O caçula Miguel


O Miguel chegou com muitos problemas de saúde. Fui a muitos veterinários, muitas clínicas e vários hospitais veterinário até entender que os gatos possuem diversas peculiaridades e não devem ser tratados, nunca, como cães de pequeno porte. (como é de costume)

Hoje tenho essa pessoa especializada, só em gatos, e se não fosse ela eu não teria mais o Miguel, e também  não teria descoberto que o Batatinha é um gato persa PKD positivo, e por isso requer muito cuidado e tratamento. Eu devo a vida de meus gatos à Dra. Vanessa Pimentel.

Quanto ao PKD, que descobrimos precocemente no Batatinha, doença do Rim Policístico ou PKD (do inglês “Polycystic Kidney Disease”), gostaria de alertar todos os donos de gatos persas, ou pessoas que pretendem ter gatos dessa raça para que ao comprá-los exija o teste de PKD, pois a doença dos rins policísticos não tem cura e é letal.

O que percebo, em Brasília, é que muitas pessoas desconhecem  a existência de PKD em gatos, o importante é que o comprador de um filhote, sobretudo persa, deve estar também atento a existência de tais exames.

O persa é um gato muito sensível por natureza, mas com alguns cuidados é possível ter um companheiro persa por muitos e muitos anos. Donos de gatil e pessoas que pensam em reproduzir gatos persas devem se preocupar em testar o plantel para verificar se há ou não gatos PKD positivos. Caso o exame dê positivo é preciso castrá-los.

Todas as raças derivadas ou portadoras de linhagens de sangue do persa, bem como o próprio persa, apresentam maior propensão à doença (prevalência estatística). Filhotes destas raças devem apresentar exames negativos para PKD, que indiquem ausência da mutação.

O PKD acarreta no surgimento de cistos nos rins, causando disfunção renal. Não se trata de doença contagiosa, ou seja, não é transmissível, mas sim hereditária. Os problemas começam com o crescimento dos cistos, que causam disfunção renal, levando, finalmente, à falência renal.

Por isso é muito importante fazer o controle,  o acompanhamento da evolução dos cistos. (Num gato com suspeita de PKD ou PKD +).  O diagnóstico pode ser feito de maneira nada agressiva, por meio de ultra-sonografia, ou através de exames de DNA. Aqui na cidade temos bons profissionais, com equipamentos sofisticados de ultra-sonografia.

O cisto do Batatinha foi detectado com 0,2mm. Hoje, o acompanhamento do U.S. é feito pela Dra. Ceres, que atende no Hospital São Francisco enquanto que o tratamento quem faz é a Dra. Vanessa Pimentel, que é especializada e mestre em medicina felina.

Eu sei que o Batatinha viverá menos que um gato saudável, devido ao diagnóstico de PKD. Mas enquanto viver ele será o gato mais feliz do mundo. Ele é o príncipe da nossa casa.

Alerto às pessoas que ao comprarem um gato investiguem muito o gatil/o criador. Conheçam pessoalmente o local e as condições de higiene, também.

E exijam o teste de PKD negativo. (gatos PKD positivo não devem procriar). Além disso, é essencial ter um excelente veterinário, sempre.  (independente da raça do gato).

Para aqueles que não querem se preocupar com  PKD,  nada melhor que nossos maravilhosos SRD. Eles são incrivelmente fortes e donos de uma genética maravilhosa. Vira lata é tudo de bom! Gato é tudo de bom! Quem tem sabe!

Renata, obrigada pela participação. E fica a dica para as gateiras.
Beijos!


14 jul 2010

Cat Cafe no Multishow!

Cris

Lembram do post sobre os Cat Cafes de Tóquio? Tem um programa no canal por assinatura Multishow chamado Urbano, apresentado pela Renata Simões. A nova temporada foi gravada em Tóquio e começou na semana passada.

No episódio de hoje ela foi a um Cat Cafe!! Ela, pessoalmente, tem gatos e disse que foi lá matar as saudades. :) Vocês precisam ver que coisa mais linda aquele monte de gatinhos andando languidamente pelo café… um charme.

Por enquanto só tem a citação do episódio, mas vou ficar cuidando para ver se eles liberam o vídeo, aí eu posto para vocês. Tem o resumo do episódio aqui.


1 jul 2010

Labradora auxilia menina diabética

Cris

Esses bichinhos nos surpreendem cada vez mais… A entidade beneficente Cancer & Bio-detection está treinando cães para auxiliar na detecção de alguns problemas, entre eles, a variação na taxa de açúcar no sangue de diabéticos.

Uma destas cachorras é a labradora Shirley, doada a uma britânica de 6 anos. Vejam só um trecho da reportagem.

“Ela salva a minha vida”, diz Rebecca, que é a primeira criança a receber um cachorro para detectar sua doença. “Ela é minha melhor amiga.”
Shirley é capaz de sentir uma mudança de odor exalado pelo corpo de Rebecca quando sua taxa de açúcar cai ou sobe a níveis alarmantes.
O cheiro não é detectado por seres humanos e é um sinal emitido pelo corpo antes de outros mais aparentes, como palidez.
Ela então começa a lamber os braços e as pernas da menina para alertá-la. Desta forma, a menina ou sua mãe têm condições de tomar providências para evitar um colapso.

Leiam a reportagem completa (e emocionante) aqui.

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