4 jun 2013

E como andam todos?

Cris

Nesses meses sem postar, muita coisa acontece, óbvio… rsrs As notícias mais recentes são: a Pretinha está com um problema dermatológico nas orelhas que ainda não conseguimos resolver. Já se foram mais de três meses de tratamento e é só parar com os remédios que o problema volta. As orelhas dela ficam machucadas de tanto coçar, com feridas horrorosas, coitadinha… :( A sorte é que parece não ser nada contagioso, já que somente ela apresentou esse problema. Já pensaram, 18 orelhinhas para cuidar ao invés de 2? Nove vezes mais remédios e gastos com veterinários??? Iríamos à falência… :D

A outra questão é sobre a convivência entre eles. Depois que a Lua veio para casa parece que o equilíbrio foi meio que quebrado. Até hoje a Família Gatos original (Nina, Pretinha, Branquinha e Kotó) não se mistura com os outros. Eles só aceitam completamente de boa a companhia uns dos outros. Os agregados se entendem super bem entre eles também. É uma divisão muito engraçada. Mas algo parece que aconteceu e deixou a Nina estressada (tem a ver com o Taz), então faz alguns poucos meses que ela não faz mais suas necessidades na caixinha, só embaixo da pia. E olha que dá um trabalho imenso para isso! Mas ela faz.

O Cisquinho também parece que teve um retrocesso e começou a marcar território, mesmo sendo castrado. Volta e meia descubro lugares super inusitados marcados por ele. Inclusive eu e meu marido já sofremos essa marcação enquanto dormíamos ou estávamos deitados na cama, dá para acreditar?!?!?! rsrs

Para a primeira questão, vamos começar uma investigação mais aprofundada nessa semana junto ao veterinário. Cultura do material da orelha, exames mais completos de sangue e seja lá o que mais for necessário para descobrir de onde está vindo esse problema dela, já que o problema de pele parece ser só um sintoma. Precisamos achar a causa.

Para o segundo problema (medo da Nina e marcações de território, além das brigas constantes entre o Kotó e o Cisquinho), compramos há uns 10 dias o spray Feliway. Trata-se de um feromônio sintético que auxilia no bem estar felino. Já li relatos muito bons sobre ele e resolvemos tentar, apesar de não ser muito barato: paguei em torno de R$ 100,00 por um spray de 60 ml. Mas vamos lá, se surtir mesmo resultado, continuo comprando pra sempre… :D Há uma versão em difusor que dizem ser mais eficiente (além de mais prática). Quando acabar o spray vamos avaliar os resultados e ver o que fazer. Também conto depois se surtiu efeito.

Por enquanto é isso. Vou mantê-los informados sobre a evolução no caso da Pretinha e da convivência entre eles. Beijo!!!


3 jun 2013

E a Família volta a crescer…

Cris

Por enquanto, só para saberem, a Família Gatos aumentou novamente. Pois é, eu e meu marido maravilhoso não temos mesmo jeito e não podemos ver um serzinho sofrendo. Só que agora chegamos no nosso limite territorial. Ou aumentamos o nosso espaço, ou a Família Gatos está completa. Mas, como estamos procurando uma casa, ou algo que o valha, para comprar, é possível que o espaço seja aumentado a médio prazo… ;)

A coisa-fofa se chama Lua e veio diretamente de outra cidade, onde meu marido ficou a trabalho por alguns meses. Chegou em dezembro do ano passado mas já se acha a dona da casa. Parece que cada um que chega é mais folgado e safado do que os anteriores… :D Seguem fotos.

Lua logo nos primeiros dias em casa

Lua logo nos primeiros dias em casa

2013-01-31 22.44.00

Já chegou safada

São apaixonados um pelo outro

São apaixonados um pelo outro


11 dez 2011

E chega mais um integrante da Família Gatos… o Taz :)

Cris

Eu juro que achei que não iria mais fazer um post deste, mas nós temos MAIS UM membro na Família Gatos. Deixe-me contar a história e vocês entenderão que não havia outra coisa a ser feita. Mas primeiro, olhem a cara do pequeno e tenham outro motivo para que o resgate fosse feito… rsrs

Taz, novo membro da Família Gatos

"E vocês iriam ter coragem de me deixar jogado na rua??"

Agora vamos à novela… é sempre uma novela, não é mesmo.

Na sexta retrasada, dia 2 de dezembro, meu marido resolveu ir sentar na área da frente de casa para me esperar chegar, já que dou aula até tarde da noite. Pois ele havia acabado de se sentar em nossa confortável cadeira, quando viu uma moto subir a rua de casa, ir diminuindo a velocidade e se aproximando do meio fio. Viu também que ele tinha algo na mão e que iria jogar, percebendo que talvez fosse um gatinho. Calçou os chinelos e correu abrir o portão, mas quando chegou na calçada o desalmado já havia jogado o gatinho e ido embora.

Taz fazendo cara de coitadinho

"Olhem só a cara de dó que fiz para convencer meu pai a me pegar da rua..."

Um parênteses aqui para esclarecer que a rua de casa é super hiper mega power movimentada, principalmente em alguns horários, já que é uma rua de entrada da rodovia para a cidade e caminho de muitas escolas, entre elas um centro universitário. Do jeito que o bichinho estava assustado quando o meu marido o encontrou, não ia demorar nada para que ele corresse para a rua e fosse atropelado.

Taz, o gostoso

"Vocês não acham que eu merecia uma caminha quente para dormir?"

Quando cheguei e estacionei do outro lado da rua, esperando que ele abrisse o portão para eu entrar, ele nem se mexeu. Vi que ele tinha algo no colo e, por alguns segundos, imaginei que fosse o gato preto da vizinha, que vive andando pela rua e é uma coisa enorme e gostosa demais!! Então parei no portão e fui eu mesma abri-lo. Quando olhei para o colo dele, vi que não era nada tão grande assim, e então já comecei a ver que a situação era completamente outra.

Taz, o carinhoso.

"Eu dormindo encostadinho na minha mamãe."

Quando cheguei ao lado dele, lá estava aquela bolinha de pelos preta, dormindo no colo do meu marido com o jeitinho mais assustado do universo. Seu coraçãozinho batia tanto que parecia que ia sair pela boca! Fizemos muito cafuné, dei um pacotinho de Whiskas Sachê e ficamos ali, pensando no que fazer. Claro que essa dúvida não durou mais do que alguns segundos, pois não havia outra coisa a fazer a não ser acolher mais esse presente que Deus se encarregou de nos dar, da maneira mais inesperada.

Taz dormindo no travesseiro

"Acho uma delícia dormir no travesseiro!"

O problema é que no dia seguinte, bem cedinho, já tínhamos uma viagem marcada para São Paulo. Então o deixamos isoladinho no quartinho de visitas, o mesmo no qual a Lindinha ficou no seu período de recuperação, e lá fomos nós, com o coração apertado. Temos uma amiga de confiança e que adora animais que sempre cuida dos nossos filhotes quando viajamos. Voltamos dois dias depois e começamos a fazer a integração dele com o restante da Família Gatos. O que, diga-se de passagem, não deu problema algum… pelo menos para ele. ;)

Taz mordendo o pé do Cisquinho

"Eu atento a vida do Cisquinho o dia todo!"

Já faz uma semana que essa bolinha preta está conosco e demos a ele o nome de Taz, pois nada poderia combinar mais. Pensem num serzinho que não tem paradeiro, corre como o vento e atenta a vida de todo mundo! Ele não tem medo nem do Kotó, que deve dar uns 20 dele. Em compensação, é um anjo quando dorme e é o mais safado que tivemos até hoje! Com alguns dias em casa já vinha dormir na cama com a gente. Mais precisamente, no travesseiro com a gente, pois é o lugar onde se sente mais confortável. Passa a noite toda andando de um travesseiro a outro, deitado encostadinho na gente, é um dengo só. Quanto aos gatinhos, o que o aceitou mais depressa e virou seu companheiro inseparável, foi o Cisquinho. Assim como ele já havia feito com a Lindinha, não o estranhou nem no primeiro dia e é super amoroso e paciente com esse demoniozinho da Tasmânia.

Taz e o Cisquinho

"Eu e meu irmão inseparável, o Cisquinho."

E assim é, meus caros amigos. Cá estamos nós agora com 8 gatos (4 meninos e 4 meninas), 2 coelhos e uma cachorra que vale por 10! Há alguma forma de termos uma família mais linda do que essa? Que seja bem vindo o Taz, com toda a energia e agitação que só um gatinho de pouco mais de mês pode ter. E que seja feliz em nossa casa, pois já estamos mais felizes por poder tê-lo conosco.

Taz no seu lugar preferido, o travesseiro

"Vocês ainda vão me ver muito por aqui, dormindo no travesseiro dos meus pais."


24 set 2011

Mais uma integrante da Família Gatos: Lindinha

Cris

Olá, meu povo!! Cá estamos nós novamente. O último post foi para a apresentação dos dois membros coelhísticos da família. Mas isso é pouco! Uma semana antes já havia um novo membro na Família Gatos, eu que me demorei para apresentá-lo.

Como fiquei QUATRO meses sem escrever no blog, não contei que já fomos para o prédio definitivo da escola na qual estou trabalhando agora e que, lá chegando, descobri que haviam dois mascotes morando por lá desde a época da construção: um cachorro e uma gatinha tricolor. Eu passei a cuidar da gatinha, mas lá na escola mesmo. Comprava ração, ficava sempre atenta, pedia para as meninas da limpeza e para os rapazes da segurança cuidarem dela, e assim íamos indo.

Quando eu estava vendo para castrar a gatinha pela prefeitura (a cidade onde moro agora tem um projeto de castração gratuita), descobrimos que ela estava prenha. Pois bem, eu ia esperar que ela tivesse os gatinhos, arrumar pessoas que os adotassem, e depois iria castrá-la. Há uns 20 dias atrás, dava para ver que ela logo teria os gatinhos. Uma quinta à tarde, eu estava na escola, e o pessoal veio correndo me chamar dizendo que ela tinha começado a ter os gatinhos. A vi andando pelo pátio, com um gatinho já pendurado. Tentei pegá-la para colocar na caixinha e em algum quartinho fechado, mas ela entrou na tubulação de água pluvial.

Durante o resto do dia tentei vê-la, chamava, mas ela não vinha, estava escondidinha. Já tarde da noite, ouvi miados na tubulação e pensei “pronto, os gatinhos nasceram”. No final da noite, antes de eu ir embora, eu a vi de longe, dando umas voltas e pensei que estava tudo bem. Mas, no dia seguinte, recebo uma ligação às 6h30 da manhã do pessoal da escola, dizendo que ela tinha saído da tubulação e ido para a guarita ficar com os guardas (o que ela costumava fazer) e que ela ainda estava com o gatinho pendurado. O pior da situação é que meu carro tinha ficado sem bateria na noite anterior e dormido na escola! Não tive dúvidas, acordei um outro professor e pedi ajuda para ir buscá-la e levá-la no veterinário.

Quando no veterinário chegamos, ele a anestesiou e retirou o gatinho que tinha ficado no meio do caminho, já morto. Apalpou a barriga dela e sentiu os outros gatinhos, mas não conseguiu escutar os corações. Eu a deixei lá para a cesárea e combinamos que ela já seria castrada. Quando era umas 9h30 o veterinário me ligou dizendo que a cirurgia já havia acabado e que ela estava bem mas, infelizmente, todos os gatinhos (eram 5 ao todo) haviam morrido. Fiquei péssima, mas feliz por ela ter sido salva pois, segundo o veterinário, por haver ficado tanto tempo em trabalho de parto e com o gatinho entaladinho, já havia vazado líquido para o abdômen e ela tinha começado com um quadro infeccioso. Mais um pouco e ela teria morrido também.

No final da tarde eu a peguei e trouxe para casa, pois alguém precisava cuidar dos pontos dela e dar antibiótico durante 7 dias. A ideia inicial era que eu cuidasse dela nessa semana e depois a levasse novamente para a escola. Chegando em casa, dei um banho nela, pois estava fedidinha até!!! rsrsrs Juntando a sujeira que ela estava e o xixi que fez quando estava na caixinha, estava terrível. Pois ela tomou banho sem reclamar e ficou uma semana trancada em um quartinho feito uma boneca! Sempre deitadinha no seu paninho, usando sua caixinha de areia como se sempre tivesse tido uma e tomando os antibióticos sem dar um pingo de trabalho.

Depois de uma semana a levamos (eu e meu marido) ao veterinário novamente para retirar os pontos. Ela já estava bem melhor e muito carinhosa. Agora me respondam: vocês acham que tivemos coragem de devolvê-la para as ruas? Claro que não! rsrsrs Desde então ela se tornou a nova integrante da Família Gatos. Depois de uns 10 dias, eu comecei a deixá-la solta pela casa em alguns momentos e agora ela já está integrada com todos os outros. O maior companheiro dela, desde os primeiros dias em casa, é o Cisquinho. Os dois estão sempre juntos, seja dormindo, se banhando ou brincando.

Quanto ao temperamento dela, só tenho uma coisa a dizer: é a coisa mais delicinha que  alguém poderia desejar!! Imaginem uma gatinha meiga, carinhosa, que te segue pela casa aonde quer que você vá, que ronrona ao menor cafuné… pois é a Lindinha. Ela ainda não sobe na nossa cama por livre e espontânea vontade, mas quando eu a pego e coloco na cama, ela logo deita e fica à vontade. Ontem à noite, por exemplo, ela deitou do meu ladinho, bem encostadinha, com a cabeça deitada no meu ombro, e dormiu como uma criança! Tirando o Cisquinho, os outros às vezes ainda fazem um fuuuu ou outro para ela, mas o bom é que ela nem liga ou se abala, continua caminhando e brincando como se nada tivesse acontecido e não revida a nenhuma tentativa de patada.

Pois assim é, meus caros… agora temos uma família de filhos peludos composta de uma cachorra, dois coelhos e sete gatos!!! Me digam se alguém por aqui tem juízo? E, como tenho falado ultimamente, Deus está mandando os bichinhos e nós estamos acolhendo, não nos incomodamos nem um pouco. Ele só podia colaborar um pouco agora e mandar uma chácara, assim teríamos mais espaço e poderíamos acolher mais deles… ;) Agora vejam as fotos abaixo e veja se havia como resistir!

Lindinha fazendo papel de mocinha comportada

"Ai, que delícia ter uma caminha para deitar!!"

Pose "Esfinge do Deserto"

Carinha meiga para derreter o coração da mamãe...

Soninho, soninho...

"Como você viveu sem mim até hoje??"

 


22 jul 2010

Integração: Pandora e Cisquinho

Cris

Nesta minha primeira semana de férias, não consegui deixar a Pandora com a Família Gatos tanto quanto eu gostaria. Mas ontem à tarde eu resolvi começar o projeto, pois até semana que vem eu espero ter tido grandes progressos.

Para início de tudo, elegi o Cisquinho. Como é o mais novinho, pensei que talvez fosse mais fácil. E eu não estava errada… :) Coloquei todos os outros na sala, ou melhor, eles já estavam todos lá dormindo, como mostrei no post da preguiça… rsrsrs Fechei a porta e deixei a Pandora entrar. O Cisquinho estava dormindo na minha cama e, quando acordou, A Louca já estava pulando no meu quarto.

Ela ficou mais ou menos tranquila por bastante tempo. Eu havia dado um osso de couro  para distraí-la, o que sempre dá certo. O Cisquinho, por muito tempo, ficou observando-a de cima da cama. Chegava na beiradinha, olhava curioso, ia pra outra ponta da cama, olhava novamente… até que a Pandora chegou pertinho dele, bem de mansinho. Os dois se olharam e se cheiraram várias vezes. Tirei MUITAS fotos deles de carinha um pro outro.

Mas, como nada é perfeito, quando o Cisquinho criou coragem e desceu para o meu colo (eu estava sentada no chão do quarto), a Pandora o cheirou por algum tempo, até lambeu o bonitinho!, e, finalmente, deu um pulo com as duas patas da frente em cima dele. O pobrezinho se assustou, correu para debaixo da cama, e a Pandora achando que ele queria brincar… rsrsrs Mas já foi um bom começo. Hoje não tive tempo de fazer a continuação, pois vou viajar, mas continuo na semana que vem. Ainda estarei de férias… ;)

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