19 jul 2010

Animob

Cris

Acho que todas as gateiras e gateiros já conhecem esta marca, a Animob. Ela produz bolsas, bolsinhas, porta celulares e afins com uma ilustração maravilhosa: um gatinho. :) Na verdade, este post está na minha cabeça desde o Dia dos Namorados (para vocês terem uma ideia de como estou… :( ), quando ganhei a bolsa maior do meu marido, que sabe que sou apaixonada pela Animob (e por você, meu Amor!!! Obrigada pelo presente… eu adorei!!!). No final do post tem a lenda do Animob, emprestada humildemente do site da Lu Monte. Eu cheguei a comprar uma bolsinha que tinha a lenda, mas joguei o papelzinho fora… snif, snif.

A primeira vez que eu comprei um porta celular da marca, nunca tinha ouvido falar nela. Como a Nina tinha acabo de entrar em nossas vidas com seus três filhotinhos negros, e o gatinho que tinha na bolsinha era preto, não tive dúvidas, comprei. E é um vício, gente… depois da primeira, não deixei mais de ficar procurando e adquirindo novos modelos e cores. Agora, que ando frequentando a Liberdade, a coleção promete aumentar muito! :) Logo abaixo vai uma pequena amostra disso. Não estão nas fotos os modelos que dei de presente para filha, cunhada, amiga… rsrsrs

A minha pequena coleção (por enquanto...)

Minha frasqueira da Liberdade. A etiqueta une duas paixões minhas: gatinho e borboleta...

Da esquerda para a direita: porta celular marrom, outro porta celular marrom, chaveiro com porta-moeda lilás, bolsinha com várias divisórias internas lilás e porta celular (ou porta máquina fotográfica) preto.

Minha bolsa grande, cheia de bolsos e linda de morrer!, presente do maridón maravilhoso... adoro!!!

Esta é a etiqueta que acompanha os produtos. Não é fofa?!

E, para finalizar, a lenda do gatinho Animob. Tradução da Lu Monte, retirada daqui.

Há muito tempo, havia um gato especial que vivia em uma pequena vila. Ele era ágil e tinha uma longa cauda. Por isso, era conhecido como Animob.

Animob era amigável e rapidamente fazia amizado com outros animais. Ele apreciava a beleza e adorava brincar. Viajar ao redor do mundo era seu passatempo preferido, então frequentemente ele deixava seu lar e viajava sozinho. A cada viagem, contudo, passava mais tempo fora de casa. Mesmo ele não percebia quanto tempo ficava ausente. Um dia, sentiu tanta saudade de casa que decidiu voltar.

Quando abriu a porta, viu que todos os membros da sua família estavam muito velhos – mesmo sua irmã havia se tornado uma velhinha. Animob não entendia por que todos haviam envelhecido enquanto ele permanecera jovem. Ele sentou-se sob uma pequena árvore e olhou para sua velha família por dias. Depois de muito pensar, concluiu que aquele não era mais o seu lar. Animob partiu silenciosamente.

Ninguém sabia onde Animob fora, mas muitos viram uma marca de cauda na árvore onde ele costumava sentar-se. A árvore nunca mais envelheceu ou perdeu as folhas. Desde então, todos acreditam que a cauda de Animob dava-lhe o dom de permanecer jovem.  A marca da sua cauda tornou-se um símbolo de eterna juventude.

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