31 mai 2010

Adoção – Pantera

Cris

Hoje eu trago aqui mais uma candidata à adoção, a linda Pantera. Ela está na seção “Apadrinhamento” e não nas adoções por um simples motivo: a cor da sua pelagem. Um dos fatores que diminuem as chances de um gatinho ser adotado é a cor dos seus pelos. Gatinhos pretos e ‘escaminhas’ não são muito procurados. Uma pena, pois a pelagem não interfere em nada no amor e carinho que um gatinho pode dar…

Então prestem atenção na Pantera, pois ela pode dar uma gatinha de colo e de edredom maravilhosa… ;) Para maiores informações aos interessados, visitem o site da Adote um Gatinho, nas áreas de apadrinhamento e de adoção.

Pantera
Abandonada com seus bebês, de difícil doação por causa da cor. Resgatada em fevereiro de 2010.

27 mai 2010

Campanha da Pedigree na Inglaterra

Cris

Aqui no Brasil também temos visto um vídeo da Pedigree na TV incentivando a adoção com o slogan “Adotar é tudo de bom”. Na Inglaterra, foram lançados uma série de vídeos com este mesmo objetivo: incentivar a adoção.

A primeira história é a de Charlie, um cachorro abandonado pelo seu dono. Vale a pena ver tudo… e tentem segurar as lágrimas.


27 mai 2010

Adoção – Damaris e Dona Framboesa

Cris

Vou procurar trazer os gatinhos que têm menos possibilidades de serem adotados para mostrar aqui, mas é que eu não pude resistir a esta história. Normalmente os gatinhos pretos, escaminhas, com algum problema ou mais idosos, não conseguem um lar. Os bonitões todo mundo quer. Se soubessem como, justamente estes, podem ser os mais carinhosos, companheiros e dóceis…

Mas, o que mais me espanta, é como se pode ser cruel com esses bichinhos inocentes, que não fazem mal a ninguém. Tratam como se fossem um sapato velho. Isso quando não fazem crueldades sem tamanho. As pessoas deveriam procurar saber o que é posse responsável primeiro antes de ter um animalzinho…

Maiores informações sobre elas e interessados em adotá-las, acessem o site da Ong Adote Um Gatinho.

a falta de um coração

Tem coisas que acontecem com nossos gatinhos que não dá para entender.

Somos muito cuidadosas na hora de doar nossos gatinhos, vamos na casa de cada um, vistoriamos tudo, explicamos tudo, ficamos a disposição para tirar dúvidas e mesmo assim acontecem devoluções.

Até aí tudo bem, as vezes não deu certo, mas isso depois de uma semana, 15 dias, agora depois de 1 ano? 1 ANO????????

A Damaris e a dona Framboesa foram adotadas juntas e agora a ex dona delas resolveu se mudar para o interior e não leva-las. Como se fossem mais um dos móveis que ela não quer levar.

Caramba, depois de 1 ano com as gatinhas, 1 ano de amor, carinho, como alguem com um coração no peito consegue falar: ah, não quero mais, cansei de brincar!

Dona Framboesa e Damaris chegaram no abrigo sábado e a primeira coisa que fizemos foi testa-las para Aids e Leucemia para poder soltar ou não com nossos gatinhos. Felizmente as duas são perfeitamente saudáveis. A Damaris que é mais descolada e também mais sofrida, logo percebeu o que acontecia e achou um cantinho para se acomodar.

Mas a dona Framboesa está muito triste, muito nervosa, não sabe onde está, brigou com os gatos e tivemos que colocar ela na gaiola para ela se acalmar.

Hoje fui no abrigo ver se estava tudo bem, e no silêncio do domingo, as duas me olharam como se tivessem pedindo explicações. Mas eu não posso explicar porque para mim é inexplicável a devolução de 2 gatinhas como elas. Se fosse o pompom que faz coco até na bolsa da adotante tudo bem, mas duas princesas como elas, mansinhas, carinhosas, fofas?

Não tem desculpa. E quem sofre são elas. Só elas.

Ajudem a dilvulgar o que aconteceu e espalhem a foto das gatinhas, quem sabe alguem as adota né? Não precisa ser juntas, elas não são irmãs e nem tão apegadas.

Não vamos desistir delas terem um final feliz né? Conto com vcs!


26 mai 2010

AUG – Ajudem a adotar

Cris

Pessoal,

De vez em quando eu vou trazer alguns gatinhos da Adote um Gatinho para passear aqui pelo blog e, quem sabe, acharem um lar e uma família que queiram, e possam, adotá-los. O trabalho do pessoal da Ong é fantástico e merece toda a ajuda possível. Estou planejando uma visita para eles em breve, e trarei fotos e histórias fresquinhas e direto da fonte. Tudo o que eu quero é tentar evitar histórias como essa…

Zaila estrelinha

Não sei se vocês me conhecem.
Sou a Zaila e fiquei alguns meses no site do AUG para adoção.

Pretinha, velhinha, sem nenhum grande atrativo a não ser a minha doçura e a minha voz rouca. Acho que poucos notaram que eu existo.
Há um tempo, a tia Susan colocou até uma fitinha em mim pra eu tentar me destacar, tentar fazer com quem alguém me notasse, sabe?
Fiquei charmosa nas fotos. Mas continuei sendo a pretinha, velhinha, sem nenhum grande atrativo. E nunca recebi NENHUM formulário.

Passei minha vida na rua, tendo uma cria atrás da outra, comendo lixo.
Até que um dia entrei numa casa, onde moravam dois gatinhos. Era a casa da tia do Marcos, marido da tia Susan.
Ela começou a falar fininho comigo e me alimentar.
Demorei para me aproximar, mas achei o lugar bacana. E quando dei cria, levei meus bebês para lá: Barack e Michelle, pretinhos como eu.
Eles foram recolhidos pelo site e adotados.

Eu não. Ainda era muito assustada e ninguém conseguia me pegar…
E alguns meses depois veio outra gravidez e eu já estava super hiper mega boazinha e carinhosa.  Mas eu já estava velhinha e não consegui parir, um neném entalou. Me levaram para fazer cesárea, cuidaram dos meus bebês na mamadeira e sobreviveram dois, adotados pelas tias Mariana e Gisele.

Do lar temporário eu fui para o abrigo, do abrigo fui para a casa da tia Susan, que queria ficar comigo desde o começo, mas estava com a casa cheia de gatinhos e nunca tinha espaço para mim.

A vida me judiou. Sempre fui franzinha e assustada. E ganhei manchinhas nos olhos, muito expressivos, por sinal. A impressão que a tia Susan tinha é que meus olhinhos eram mofados e que eu tinha passado muito frio nessa vida.

No quintal, o que eu mais gostava era da hora do sol. Me espichava toda de barriga pra cima, que delícia.
Quando não estava no sol, ficava encolhida em algum paninho, como boa senhorinha.

Mas eu adoeci. Tia Susan notou que eu espirrava muito e que estava mais “durinha” que o normal. E me botou numa gaiolinha.
Só ali ela poderia ver se eu comia, bebia, usava a caixinha… e as semanas se passaram e minha gripe foi piorando, os remédios eram trocados e não faziam efeito. Parei de comer, de beber, de miar, de sorrir, de curtir o sol. E hoje eu parti.

Na próxima vida quero nascer gato branco, quero nascer siamesa, quero nascer amarela ou azul, porque ainda quero saber o que é ser escolhida, ser amada, ter um lar, dormir na cama debaixo do edredon. Vida de gato preto é muito triste.

Nessas horas eu queria ter uma casa gigantesca, pois iria buscar todos os bichanos que não conseguem um lar para adoção… :( Como não tenho, vou tentar divulgar o máximo possível as histórias dos gatinhos da Ong  e assim tentar achar um lar para eles. Só lembrando que os candidatos à adoção precisam morar em São Paulo, ter casa murada ou apartamento telado. No site há maiores informações sobre as condições exigidas para a adoção.

E, em um próximo post, eu explico estas exigências, pois as pessoas tem uma tendência de pensar: “já que estou adotando, eles precisam aceitar de qualquer jeito, em qualquer condições… estou fazendo um favor!”. E não é bem assim que as coisas funcionam. Mas isso é assunto para depois.

Amanhã já terá gatinho para adoção!


3 mai 2010

Um Filé para adoção!

Cris

Pessoal,
Acabei de receber esse email e estou ajudando a divulgar.
Beijos!!!

PROCURO UM LAR !!!


Olá, meu nome é Filé !

Sou um cãozinho de aproximadamente 6 meses de idade e não tenho raça definida. Eu provavelmente morei na rua até hoje e me virei até que bem sozinho por aí.

Acontece que há mais ou menos uns 15 dias, eu sofri um acidente (acho que um carro me acertou forte!). Todas as pessoas que circulam por essa rua, que moram ou trabalham por ali, dizem que não viram nada e não sabem dizer bem ao certo o que aconteceu… Eu, para falar a verdade, não lembro muito bem…

Só sei que fiquei tão assustado que consegui entrar no fundão de um canteiro de plantas de um prédio e fiquei bem escondidinho ali, sem conseguir me mexer por um tempão. Acho que foram uns dois ou três dias inteirinhos… Algumas pessoas que me viram começaram a me trazer água e comida mas eu sentia dor e muito medo e não podia sair dali …


Até que passou uma moça, com uma barriga grande e me olhou lá no fundo do canteiro. Ela viu meus dois olhinhos brilharem e ficou um tempão conversando comigo, me chamando e tentando me convencer a sair dali… Eu gostei dela vir me ver mas, mesmo assim, não conseguia me mexer !

No dia seguinte ela voltou e trouxe uma outra amiga, elas juntas me puxaram lá de dentro – senti muita dor e chorei um montão mas, nessa hora, ela me prometeu que eu me sentiria melhor em breve. Acreditei e fui com ela muito bonzinho , sem reclamar!

Ela me levou até um Doutor que me consultou, me deu remédios e me tratou. Aquela dor horrível aos pouquinhos foi passando e eu fui conseguindo melhorar… Ainda bem que não precisei ser operado!


Ufa! Agora já estou me sentindo muito melhor e posso andar e brincar como antes!

Eu ainda estou ficando aqui, no consultório do Doutor que me curou e que foi tão bom comigo mas preciso achar um dono o mais rápido possível pois ele não pode me hospedar por mais muito tempo …

A moça ‘barriguda’, que me ajudou, me disse que daqui a muito pouco também vai ter um outro “serzinho muito pequeno” que vai chegar (vai sair de dentro daquele barrigão dela!), e não vai dar para cuidar de mim também na casa dela que é muito pequenininha. Sei que ela gostaria, mas acredito que seja verdade mesmo…


Então, o que eu realmente gostaria é só de pedir também a sua ajuda para espalhar essa notícia e, quem sabe, me ajudar a achar um lar…

Por favor, mande para seus amigos e conhecidos, só pelo email mesmo ou, ainda, só espalhe a notícia “de boca” ou, quem sabe, repasse esta cartinha para mais alguém.

Eu irei para a minha nova casa prontinho: vitaminado, vacinado, vermifugado e castrado! Assim vou dar muito menos trabalho para o meu dono! Prometo !!!

Obrigada por ler minha história !

Filé

Se alguém se interessar e quiser saber mais sobre mim, entrem em contato pelo email: a.c.albuquerque@uol.com.br ou albuquerqueanaca@gmail.com (estou em São Paulo/SP)

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