11 dez 2011

E chega mais um integrante da Família Gatos… o Taz :)

Cris

Eu juro que achei que não iria mais fazer um post deste, mas nós temos MAIS UM membro na Família Gatos. Deixe-me contar a história e vocês entenderão que não havia outra coisa a ser feita. Mas primeiro, olhem a cara do pequeno e tenham outro motivo para que o resgate fosse feito… rsrs

Taz, novo membro da Família Gatos

"E vocês iriam ter coragem de me deixar jogado na rua??"

Agora vamos à novela… é sempre uma novela, não é mesmo.

Na sexta retrasada, dia 2 de dezembro, meu marido resolveu ir sentar na área da frente de casa para me esperar chegar, já que dou aula até tarde da noite. Pois ele havia acabado de se sentar em nossa confortável cadeira, quando viu uma moto subir a rua de casa, ir diminuindo a velocidade e se aproximando do meio fio. Viu também que ele tinha algo na mão e que iria jogar, percebendo que talvez fosse um gatinho. Calçou os chinelos e correu abrir o portão, mas quando chegou na calçada o desalmado já havia jogado o gatinho e ido embora.

Taz fazendo cara de coitadinho

"Olhem só a cara de dó que fiz para convencer meu pai a me pegar da rua..."

Um parênteses aqui para esclarecer que a rua de casa é super hiper mega power movimentada, principalmente em alguns horários, já que é uma rua de entrada da rodovia para a cidade e caminho de muitas escolas, entre elas um centro universitário. Do jeito que o bichinho estava assustado quando o meu marido o encontrou, não ia demorar nada para que ele corresse para a rua e fosse atropelado.

Taz, o gostoso

"Vocês não acham que eu merecia uma caminha quente para dormir?"

Quando cheguei e estacionei do outro lado da rua, esperando que ele abrisse o portão para eu entrar, ele nem se mexeu. Vi que ele tinha algo no colo e, por alguns segundos, imaginei que fosse o gato preto da vizinha, que vive andando pela rua e é uma coisa enorme e gostosa demais!! Então parei no portão e fui eu mesma abri-lo. Quando olhei para o colo dele, vi que não era nada tão grande assim, e então já comecei a ver que a situação era completamente outra.

Taz, o carinhoso.

"Eu dormindo encostadinho na minha mamãe."

Quando cheguei ao lado dele, lá estava aquela bolinha de pelos preta, dormindo no colo do meu marido com o jeitinho mais assustado do universo. Seu coraçãozinho batia tanto que parecia que ia sair pela boca! Fizemos muito cafuné, dei um pacotinho de Whiskas Sachê e ficamos ali, pensando no que fazer. Claro que essa dúvida não durou mais do que alguns segundos, pois não havia outra coisa a fazer a não ser acolher mais esse presente que Deus se encarregou de nos dar, da maneira mais inesperada.

Taz dormindo no travesseiro

"Acho uma delícia dormir no travesseiro!"

O problema é que no dia seguinte, bem cedinho, já tínhamos uma viagem marcada para São Paulo. Então o deixamos isoladinho no quartinho de visitas, o mesmo no qual a Lindinha ficou no seu período de recuperação, e lá fomos nós, com o coração apertado. Temos uma amiga de confiança e que adora animais que sempre cuida dos nossos filhotes quando viajamos. Voltamos dois dias depois e começamos a fazer a integração dele com o restante da Família Gatos. O que, diga-se de passagem, não deu problema algum… pelo menos para ele. ;)

Taz mordendo o pé do Cisquinho

"Eu atento a vida do Cisquinho o dia todo!"

Já faz uma semana que essa bolinha preta está conosco e demos a ele o nome de Taz, pois nada poderia combinar mais. Pensem num serzinho que não tem paradeiro, corre como o vento e atenta a vida de todo mundo! Ele não tem medo nem do Kotó, que deve dar uns 20 dele. Em compensação, é um anjo quando dorme e é o mais safado que tivemos até hoje! Com alguns dias em casa já vinha dormir na cama com a gente. Mais precisamente, no travesseiro com a gente, pois é o lugar onde se sente mais confortável. Passa a noite toda andando de um travesseiro a outro, deitado encostadinho na gente, é um dengo só. Quanto aos gatinhos, o que o aceitou mais depressa e virou seu companheiro inseparável, foi o Cisquinho. Assim como ele já havia feito com a Lindinha, não o estranhou nem no primeiro dia e é super amoroso e paciente com esse demoniozinho da Tasmânia.

Taz e o Cisquinho

"Eu e meu irmão inseparável, o Cisquinho."

E assim é, meus caros amigos. Cá estamos nós agora com 8 gatos (4 meninos e 4 meninas), 2 coelhos e uma cachorra que vale por 10! Há alguma forma de termos uma família mais linda do que essa? Que seja bem vindo o Taz, com toda a energia e agitação que só um gatinho de pouco mais de mês pode ter. E que seja feliz em nossa casa, pois já estamos mais felizes por poder tê-lo conosco.

Taz no seu lugar preferido, o travesseiro

"Vocês ainda vão me ver muito por aqui, dormindo no travesseiro dos meus pais."


24 set 2011

Mais uma integrante da Família Gatos: Lindinha

Cris

Olá, meu povo!! Cá estamos nós novamente. O último post foi para a apresentação dos dois membros coelhísticos da família. Mas isso é pouco! Uma semana antes já havia um novo membro na Família Gatos, eu que me demorei para apresentá-lo.

Como fiquei QUATRO meses sem escrever no blog, não contei que já fomos para o prédio definitivo da escola na qual estou trabalhando agora e que, lá chegando, descobri que haviam dois mascotes morando por lá desde a época da construção: um cachorro e uma gatinha tricolor. Eu passei a cuidar da gatinha, mas lá na escola mesmo. Comprava ração, ficava sempre atenta, pedia para as meninas da limpeza e para os rapazes da segurança cuidarem dela, e assim íamos indo.

Quando eu estava vendo para castrar a gatinha pela prefeitura (a cidade onde moro agora tem um projeto de castração gratuita), descobrimos que ela estava prenha. Pois bem, eu ia esperar que ela tivesse os gatinhos, arrumar pessoas que os adotassem, e depois iria castrá-la. Há uns 20 dias atrás, dava para ver que ela logo teria os gatinhos. Uma quinta à tarde, eu estava na escola, e o pessoal veio correndo me chamar dizendo que ela tinha começado a ter os gatinhos. A vi andando pelo pátio, com um gatinho já pendurado. Tentei pegá-la para colocar na caixinha e em algum quartinho fechado, mas ela entrou na tubulação de água pluvial.

Durante o resto do dia tentei vê-la, chamava, mas ela não vinha, estava escondidinha. Já tarde da noite, ouvi miados na tubulação e pensei “pronto, os gatinhos nasceram”. No final da noite, antes de eu ir embora, eu a vi de longe, dando umas voltas e pensei que estava tudo bem. Mas, no dia seguinte, recebo uma ligação às 6h30 da manhã do pessoal da escola, dizendo que ela tinha saído da tubulação e ido para a guarita ficar com os guardas (o que ela costumava fazer) e que ela ainda estava com o gatinho pendurado. O pior da situação é que meu carro tinha ficado sem bateria na noite anterior e dormido na escola! Não tive dúvidas, acordei um outro professor e pedi ajuda para ir buscá-la e levá-la no veterinário.

Quando no veterinário chegamos, ele a anestesiou e retirou o gatinho que tinha ficado no meio do caminho, já morto. Apalpou a barriga dela e sentiu os outros gatinhos, mas não conseguiu escutar os corações. Eu a deixei lá para a cesárea e combinamos que ela já seria castrada. Quando era umas 9h30 o veterinário me ligou dizendo que a cirurgia já havia acabado e que ela estava bem mas, infelizmente, todos os gatinhos (eram 5 ao todo) haviam morrido. Fiquei péssima, mas feliz por ela ter sido salva pois, segundo o veterinário, por haver ficado tanto tempo em trabalho de parto e com o gatinho entaladinho, já havia vazado líquido para o abdômen e ela tinha começado com um quadro infeccioso. Mais um pouco e ela teria morrido também.

No final da tarde eu a peguei e trouxe para casa, pois alguém precisava cuidar dos pontos dela e dar antibiótico durante 7 dias. A ideia inicial era que eu cuidasse dela nessa semana e depois a levasse novamente para a escola. Chegando em casa, dei um banho nela, pois estava fedidinha até!!! rsrsrs Juntando a sujeira que ela estava e o xixi que fez quando estava na caixinha, estava terrível. Pois ela tomou banho sem reclamar e ficou uma semana trancada em um quartinho feito uma boneca! Sempre deitadinha no seu paninho, usando sua caixinha de areia como se sempre tivesse tido uma e tomando os antibióticos sem dar um pingo de trabalho.

Depois de uma semana a levamos (eu e meu marido) ao veterinário novamente para retirar os pontos. Ela já estava bem melhor e muito carinhosa. Agora me respondam: vocês acham que tivemos coragem de devolvê-la para as ruas? Claro que não! rsrsrs Desde então ela se tornou a nova integrante da Família Gatos. Depois de uns 10 dias, eu comecei a deixá-la solta pela casa em alguns momentos e agora ela já está integrada com todos os outros. O maior companheiro dela, desde os primeiros dias em casa, é o Cisquinho. Os dois estão sempre juntos, seja dormindo, se banhando ou brincando.

Quanto ao temperamento dela, só tenho uma coisa a dizer: é a coisa mais delicinha que  alguém poderia desejar!! Imaginem uma gatinha meiga, carinhosa, que te segue pela casa aonde quer que você vá, que ronrona ao menor cafuné… pois é a Lindinha. Ela ainda não sobe na nossa cama por livre e espontânea vontade, mas quando eu a pego e coloco na cama, ela logo deita e fica à vontade. Ontem à noite, por exemplo, ela deitou do meu ladinho, bem encostadinha, com a cabeça deitada no meu ombro, e dormiu como uma criança! Tirando o Cisquinho, os outros às vezes ainda fazem um fuuuu ou outro para ela, mas o bom é que ela nem liga ou se abala, continua caminhando e brincando como se nada tivesse acontecido e não revida a nenhuma tentativa de patada.

Pois assim é, meus caros… agora temos uma família de filhos peludos composta de uma cachorra, dois coelhos e sete gatos!!! Me digam se alguém por aqui tem juízo? E, como tenho falado ultimamente, Deus está mandando os bichinhos e nós estamos acolhendo, não nos incomodamos nem um pouco. Ele só podia colaborar um pouco agora e mandar uma chácara, assim teríamos mais espaço e poderíamos acolher mais deles… ;) Agora vejam as fotos abaixo e veja se havia como resistir!

Lindinha fazendo papel de mocinha comportada

"Ai, que delícia ter uma caminha para deitar!!"

Pose "Esfinge do Deserto"

Carinha meiga para derreter o coração da mamãe...

Soninho, soninho...

"Como você viveu sem mim até hoje??"

 


23 set 2011

Não, eu não morri… nem a Família Gatos, muito pelo contrário ;)

Cris

Às vezes eu me impressiono comigo mesma… Já se foram mais de 4 meses desde o último post!! Tudo bem, não preciso publicar 4 posts por dia, como fiz durante um curto período. Mas 4 meses… eu tenho que concordar que é demais.

Mas sabem quando sua vida vira do avesso? Pois é, foi o que aconteceu comigo nestes últimos meses. Pensei que mudar de casa, emprego e cidade já era coisa demais, mas eu estava enganada, o pior ainda estava por vir. Mas o blog não é para minhas lamentações pessoais, certo. O objetivo aqui é falar dos meus trabalhos manuais (oi?! será que ainda sei??) e dos nossos filhos bichos. Quanto aos filhos peludos, só tenho uma coisa a dizer: a família aumentou nos últimos dias… rsrsrs

Como são apresentações distintas, resolvi fazer dois posts para inserir os novos membros no blog. E este primeiro post vai para os nossos dois filhos peludos, orelhudos e que não miam. Nem latem. Dá para acreditar, arrumamos mais dois filhos que não são nem gatos nem cachorros! Na realidade, eu acho que eu e meu marido sofremos de extrema falta de juízo. Mas fazer o que, nós simplesmente não conseguimos nos controlar 100% do tempo. Ainda bem que mantemos o controle em 99% dele, ou não teríamos mais espaço para nós dentro nem fora de casa!! :)

Bem, primeiro vem nossa maior dificuldade: não sabemos se somos pais de um casal ou de dois meninos. E a Internet não ajudou muito na solução dessa dúvida! A diferença dos sexos nessa espécie não é muito fácil mas, pelo comportamento de ambos, estou inclinada a dizer que são dois meninos. Por isso, vou chamá-los pelo nome que demos a eles no dia em que os encontramos: Tico e Teco. :D

Agora, vamos à questão da espécie… eles são dois coelhos. Isso mesmo, agora temos gatos, cachorra e coelhos!! Digam se isso não é falta de juízo? Mas o que fazer quando se está andando de carro, de madrugada, e nos deparamos com dois coelhos perdidos, correndo desesperadamente pelo meio das ruas, fugindo de cachorros e dos carros, prontos para irem para uma grande avenida e serem atropelados? Parar o carro e correr atrás deles, lógico! Mesmo que seja 2 horas da manhã e os outros carros passem e seus ocupantes fiquem olhando para você como se fosse um maluco fugido do pinel… rsrsrs

Acreditamos que os dois tenham sido abandonados na rua de madrugada (o que é comum, segundo alguns depoimentos de veterinários que já vi), pois não conseguiam achar nenhum lugar para se esconder. Se tivessem saído de alguma casa na rua onde estavam, com certeza teriam voltado pelo mesmo buraco que saíram ao primeiro sinal de perigo, o que não era a realidade da situação. Eles fugiam desorientados e assustados, sem encontrar um lugar para se esconder e proteger. Foi uma cena muito triste e não conseguimos entender como algumas pessoas simplesmente descartam seus animais de estimação como se fossem um sofá velho e sem serventia. Alguém entende??

Depois de pegarmos aquelas duas coisinhas peludas e assustadas, não pudemos ter outra atitude a não ser trazê-los para casa. Mas e depois? Uma ideia foi levá-los para uma casa de rações ou agropecuária e deixá-los lá para que alguém os adotasse. E deu coragem? Claro que não! No momento eles ganharam um apartamento no nosso banheiro social, mas neste final de semana ganharão um viveiro no quinta (não é, meu amor?? :) ).

Eles são uma graça e não dão um pingo de trabalho. Nos primeiros dias, quando entrávamos no banheiro, eles fugiam para se esconder. Agora, quando entramos, eles correm em nossa direção e querem subir no colo… é uma graça!!! E, para acabar com o suspense, seguem as fotos dos dois fofos!!

Ah, e não percam: logo (amanhã, se tudo der certo!!), mais um post com um novo membro da família. ;)

Esse é o Teco, cinza fofo de patinhas brancas!!

Esse é o Tico, branquinho de olhos vermelhos, como um coelhinho da Páscoa :D Será que teremos ovos de chocolate no ano que vem??

Aí estão o Tico, o Teco e a graminha que papai pegou no quintal em plena madrugada... agora eles preferem cenoura e couve rsrsrs

Tico, Cisquinho e Garfield se apresentando. Convivência pacífica, acreditem.

 


12 jun 2010

Gatinha para adoção: Petisca

Cris

Será que não há nenhum coração que se comova com esta história e resolva dar uma chance para essa coisinha linda ter casa, comida, proteção e amor?
Para maiores informações sobre ela, vejam aqui.

Petisca

- Fêmea
- Preta e Branca
- Olhos verdes
- Pelagem curta
- Resgatada em janeiro de 2006

Sou a gatinha invisível. Sabe, aquela que passa despercebida na multidão? A que nunca chama a atenção, aquela que você demora para saber que existe?
Então, estou aqui há 4 anos e ninguém nunca ligou pra mim.
Tá certo que minha cor é comum, mas eu não pude escolher a “roupinha” com que ia nascer, né? Mas acho que o que complica mesmo é o fato de eu ser arisca.
Eu moooorro de medo de gente. Então me assusto e fujo… mas eu não sou uma gata brava. Eu nunca ataquei ninguém. Eu só fujo estabanada, apavorada de medo.

Por eu ser fujona, minhas vacinas estão atrasadas. As tias têm dificuldade em me pegar e me levar `a veterinária. Mas elas prometeram se esforçam muito caso apareça um interessado por mim.

Como sou uma adoção especial, as tias têm algumas exigências: só serei doada para apartamento, o apartamento tem que ter redes de proteção em todas as sacadas e janelas INCLUINDO as basculantes e vitrôs, não serei doada para quem tenha crianças e nem para quem tenha cachorros. Outros gatinhos na casa são super bem-vindos. Me dou super bem com todos eles!


11 jun 2010

Gatinho para adoção: Nacho

Cris

Pessoal, olhem só a cartinha que recebi hoje por email… não dá para resistir. Alguém em São Paulo que se habilita? Ele é mais um exemplo de como os gatinhos pretos acabam ficando esquecidos, apesar de ser dócil, amoroso e brincalhão… Aliás, faço essa recomendação com um quê especial, pois ele é um dos meus “afigatinhos” do site. Eu apadrinho ele e outras três fofuras. Se quiserem saber mais sobre isso e apadrinhar algum, entrem aqui.

“Oi, tios e tias!

Enquanto espero por um adotante bacana, distribuo fofura por onde passo. Sou carinhoso com as pessoas e adoro receber carinho em troca. Tem coisa melhor do que isso? Dizem que sou tão doce que meu nome deveria ser Melado! Minha mãe e meus irmãos já foram adotados e eu fiquei por aqui. É chato ser um gatinho preto porque a gente normalmente acaba sobrando mesmo… Ainda bem que vocês me ajudam a ficar bem! Torçam por mim, por favor! As tias cuidam bem de mim, mas eu preciso de uma casa só minha para dar e receber ainda mais carinho. :)

Lambidas,

Nacho”

Abaixo, maiores detalhes que estão disponíveis no site da Adote um Gatinho.

Nacho

- Macho
- Preto
- Pelagem curta
- Nascimento aproximado: outubro de 2009
- Resgatado em janeiro de 2010

Meu nome é Nacho, eu sou um pretinho muito doce, muito carente e muito brincalhão.
Sabe o gatinho perfeito? Aquele que gosta de colo e também dá muita alegria à casa?

Nasci na rua e, apesar de todo o estresse da vida de um gatinho abandonado, não me tornei bravo ou arredio.
Sou um gatinho otimista, de bem com a vida, e acredito que vou tirar a sorte grande de ser muito bem adotado!

Tenho 7 meses e quero muito ganhar um lar. Sou macho e estou castrado!

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