Participação de Sexta: Lu, Mel e Cacau, do Cadê o Atum?
A participação de hoje é com a Lu, a Mel e a Cacau. A Lu tem o site já muito citado aqui, o Cadê o Atum?. É uma gateira assumida e um encanto de pessoa. A Mel e a Cacau são duas lindas, que têm uma vida de princesas junto à Lu. Mas elas merecem.
Divirtam-se, pois eu me diverti muito com a entrevista…
Lãs, Linhas & Pelos – Há quanto tempo a Mel e a Cacau estão com você?
Lu – A Mel chegou em 29 de novembro de 2008. Dois meses depois, comecei a morrer de pena de vê-la tanto tempo sozinha – isso pra não mencionar que ela queria brincar o tempo todo, inclusive às quatro da madrugada! Aí, em 20 de fevereiro de 2009, veio a Cacau.
Lu – Ambas foram adotadas. Há tempos pensava em ter um gatinho, mas nunca passou pela minha cabeça comprar.
Embora eu desejasse gatos há alguns anos, a Mel foi uma filha não-planejada: saí pra almoçar com uma amiga e voltei pra casa com aquele cisco de dois meses e meio, uma mistura de carrapato com pipoca, que estava numa gaiola de gatinhos para adoção na frente de um petshop.
A Cacau foi cercada de planejamento e expectativa. Queria uma gata adulta e laranja. Passei algumas semanas procurando até encontrar minha gata dos sonhos no orkut. Ela estava para completar um ano quando foi adotada.
Meus pais têm uma gatinha, mas não moro com eles, então não convivo com ela. Alguns amigos têm gatos e adoro visitá-los, mas isso não é frequente.
Só sabia que gatos são carinhosos, autolimpantes, silenciosos e facilmente adaptáveis a espaços pequenos. Ah, também já sabia que sou ligeiramente alérgica. Hoje em dia, é bem raro ter uma crise; logo que adotei a Mel, tomava antialérgico quase todos os dias.
A Mel é travessa, inquieta, hiperativa e destruidora. Teve a fase de roer fios e nos últimos tempos andou roendo minha roupa de cama. Não pára quieta e, para os padrões felinos, dorme pouco.
A Cacau adora brincar, mas cinco minutos bastam pra ela. Ela dorme bem mais, destrói bem menos e adora um dengo. Está sempre colada. Nesse momento, está na mesa do computador comigo, ronronando.
Ambas são supercarinhosas, amassam pão na minha barriga, dormem juntinho de mim e me recebem na porta quando chego do trabalho. Também são sociáveis, adoram visitas humanas!
Teve também o sujeito que veio verificar o serviço de internet certa vez e comentou, rindo, que matou muito gato quando era criança. O cara dentro da minha casa, vendo as minhas gatas, falou isso em tom de piada, pode?! Claro que ele não tentaria machucar um pitbull, né? É mais “divertido” atacar gatos, que são pequenos e incapazes de se defender.
Quem tem bicho de estimação costuma vê-lo como um filho; quem não tem, acha exagero, mas é assim mesmo. Meu pai costuma dizer que filho só dá duas preocupações: uma quando nasce, e a outra para o resto da vida. Gato é igualzinho.
Ou, parafraseando um cartaz que vi há bastante tempo: minhas gatinhas são como filhas; é verdade que são peludas, andam de quatro, não falam muito bem, mas são minhas filhinhas e eu as amo.
Tenho blog há quase sete anos e queria muito falar das gatinhas por lá, mas não teria nada a ver com o tema. Por outro lado, duas amigas que também têm blogs passaram a ter gatos no mesmo mês em que a Mel chegou. Sugeri que criássemos um coletivo dedicado a eles. O nome foi ideia da Srta. Bia, amiga cachorreira simpatizante de gatos.
Esse ano, o Cadê se tornou um blog individual. Desde então, tenho dedicado mais tempo a ele (mas ainda não tanto quando pretendo). A ideia inicial era apenas contar o cotidiano das minhas gatas, mas o que mais tenho feito é divulgar informações e curiosidades sobre felinos.
É nossa responsabilidade disseminar informações sobre os gatos e, sobretudo, mostrar às pessoas que não os conhecem como eles são cativantes, amorosos e companheiros. Gatos não são melhores nem piores que cães; são diferentes, simplesmente. Ninguém é obrigado a gostar deles como nós gostamos, mas podemos fazer nossa parte explicando as diferenças, erradicando preconceitos e ensinando o respeito pelos felinos. Se cada um de nós conseguir esclarecer uma pessoa, já está ótimo!










julho 23rd, 2010 at 20:26
É como acontece com várias outras profissões que precisam de vocação (tais como médicos e professores) e que acabam formando profissionais que não têm amor pelo que fazem. Não vão ser bons em suas carreiras nunca. Ainda mais em se tratando de animais, que precisam de tanto carinho e amor.
Basta uma visita a eles, e nunca mais. Daí pra frente, o boca a boca se encarrega de disseminar aqueles que não merecem nem a primeira visita…
julho 23rd, 2010 at 20:23
Lu,
Obrigada pelo carinho. E você tem razão, o blog da Lu (quanta Lu!! rsrsrs) é ótimo. É uma grande inspiração para mim…
julho 23rd, 2010 at 16:02
PS. Diga para essa veterinária: “- E qual o problema de ser uma velha cheia de gatos? Melhor do que ser uma veterinária imbecil que não honra a profissão que exerce.” Pelo comentário dela formou-se em veterinária apenas pela grana e não por gostar dos animais. Ódio dessa mocréia!
julho 23rd, 2010 at 15:59
Gostei muito da entrevista. Já conhecia o blog e é ótimo também, assim como Lãs, Linhas e Pelos.
Bjs a todas.
julho 23rd, 2010 at 10:35
Adorei a entrevista, Lu! Vc é uma mãe dedicada das fofinhas Mel e Cacau, parabéns!
julho 23rd, 2010 at 10:32
[...] leia a entrevista que a Cris fez comigo e publicou hoje no Lãs, Linhas e Pelos. Falei um monte, tem coisas por lá que nunca comentei no [...]